Laguna Garzón

Do ladinho de casa, um lugar onde quanto mais o dia passa, mais lindo fica. Várias coisas chamam a atenção, sejam naturais ou não. Uma ponte incabada, a balsa que é levada por um barco menor que os carros que carrega e equipado com um motor meia boca e um pôr do sol…. hum, sem palavras.

Velas e pipas pra colorir

Durante o dia a lagoa é tomada pelos mais diversos veículos aquáticos. Caiaques, windsurfs, barcos a vela e a maioria esmagadora de kitesurfs. São dezenas de pipas multicoloridas, impossível contar, e difícil de acreditar que não enrolem umas nas outras.

Juro que tem muito mais kite do que se pode ver

Na foto acima dá pra ver um dos motivos por eu ter achado a lagoa tão diferente. Ela está junto ao mar, bem juntinho. Apenas uma estreita faixa de areia separa os dois.

Se de uma lado da lagoa já é legal, a travessia é uma aventura e o outro lado é mágico.

Coragem de entrar na balsa?

Então vamos

O parceiro curte 0 passeio

Se eu já tinha gostado de passar o dia no outro lado da lagoa, quando fui parar entre ela e o mar para ver o pôr do sol, me apaixonei para sempre. No fim de tarde é sempre um espetáculo.

Olha onde eu cheguei!

E a ponte ali...

Sei que tou sendo repetitiva

Mas é a foto com tudo que achei de mais lindo: lagoa, mar, uma pequena faixa de areia e o pôr do sol.

Já tinha mostrado o pôr do sol aqui e não me canso.

Em outro ponto, as cores bem diferentes do mesmo pôr do sol

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High Line Park

New York tem muitas atrações ao ar livre e de graça e isso não se resume a atravessar pontes e passear no Central Park. Um desses lugares que me chamou mais a atenção foi o High Line Park e não deixei de ir até lá. Nunca vi melhor aproveitamento para um trilho de trem inativo.

O parque suspenso com mais de 1 quilômetro de extensão parece ter sido planejado. Um cantinho cheio de verde e muito tranquilo entre prédios e avenidas. De brinde ainda tem vista privilegiada para o pôr do sol.

Dando uma olhadinha, o que acham desses bancos e espreguiçadeiras?

A galera se atira por ali

Adorei o lugar

Perfeitos para descansar e curtir o momento, não?!

Claro que eu também me instalei num deles e até fiz um picnic. Não fiquei a tempo de ver o pôr do sol porque a temperatura estava caindo rápido demais, mas na foto abaixo dá pra ver onde ele estava descendo, né?! São vários os pontos onde nenhum prédio atrapalha.

A foto não é das melhores

Pra chegar até o parque não é difícil, já que fica numa área atualmente em alta na cidade, mas é preciso encontrar uma escadinha para subir e isso não se acha em qualquer esquina.

Ps.: Ontem eu decidi… dessa semana não passa minha série de posts de NY. Que vergonha… meses pra escrever meia dúzia de coisas. Fiz um apanhado do que faltava e decidi que além deste só vai ter mais um. Não que eu não possa escrever mais sobre a cidade, mas o principal já está feito.

Até o fim do dia sobe o outro post.

Aproveitando a estrada

Uma parte da viagem a Califórnia tinha como objetivo aproveitar a paisagem da estrada mesmo. Não tou falando de qualquer estrada, mas de uma das mais bonitas do mundo,  a Highway One – ou One pros íntimos. Ela é especial numa parte mais curta, não é tão famosa pra quem nunca foi a Califórnia, mas há quem diga que é a mais bonita e eu não ia chegar tão perto e não ir até lá pra conhecer.  Ela entrou no roteiro quase como personagem principal, tendo dois dias praticamente exclusivos.

Saindo de LA aproveitamos para conhecer Santa Barbara, que fica logo no início da One e é super fofa, mas só paramos para o almoço e continuamos na estrada, já que precisávamos de tempo suficiente para muitas paradas até Carmel, destino final do primeiro dia na One.

São muitas curvas, subidas e descidas e uma vista que te faz querer parar a todo momento. Essa é a atração principal, uma estrada bem próxima aos penhascos, altíssimos por sinal, com a companhia do mar, formando um visual incrível.

Tá vendo a plaquinha com a indicaçao das curvas?

A estrada não é só linda como também traiçoeira – não tente calcular o tempo pelo número de quilômetros – e logo no início nos deparamos com um bloqueio. É comum que trechos da estrada estejam obstruídos e seja necessário dar meia volta. Fomos quase até o ponto de interrupçao, mas um hotel e restaurante na ponta de um dos penhascos nos fez ficar por ali e curtir o pôr do sol.

A ideia era ver o pôr do sol bem mais adiante, mas a gente não poderia ter tido mais sorte. O lugar era perfeito pro momento e um mirante deixou tudo mais mágico.

Momento especial na estrada

Fazendo pose no mirante do hotel

Um pôr do sol inesquecível

É muito bom que a gente seja flexível. Já contei aqui meu encanto com pôr do sol (acho que essa é minha tag preferida no blog) e eu sempre pensei que meu “tipo” preferido era no mar. Já vi de dentro de um barco em Koh Phi Phi, com o vulcão de Bali ao fundo, junto dos moais na Ilha de Páscoa e achava que nunca ia encontrar outro que me fascinasse mais. Até me deparar com um forte concorrente:

Grand Canyon

A foto tá péssima, eu sei (acabou a bateria da máquina nesse instante), mas foi nesse momento que eu cheguei a uma das bordas do Grand Canyon e me apaixonei. O lugar é incrível, tem uma energia muito boa e a paisagem é de tirar o fôlego.

Eu não acredito que foi por falta de expectativa que eu me surpreendi tanto. Pelo contrário, eu estava muito empolgada, curiosa e ansiosa até. Mas ao chegar na borda sul dos cânions, foi superada qualquer ideia que eu tinha na minha cabeça.

O Grand Canyon é muito mais impressionante, maior e mais bonito do que qualquer foto possa mostrar. A luz do sol no fim da tarde deixa tudo com cor e brilho ainda mais especial.

Se não fosse pelo frio e meu despreparo, dava pra ficar sentada nas pedras até poder ver as estrelas, tenho certeza que é um banho de energia e uma experiência inesquecível. Olha… tenho um motivo pra voltar 😉

A gente fica na bordinha mesmo

É pra se desligar dos pensamentos, não?!

Mais um pouco de pôr do sol

Eu sou do tipo que tem manias. Tipo a mania de tirar foto do pôr do sol… e agora é a vez das fotos panorâmicas do pôr do sol 😉

Depois de Porto Alegre chega a vez de José Ignácio. A península que fica próximo a Punta del Este tem vários lugares incríveis pra curtir o pôr do sol.

As primeiras fotos são da praia em José Ignacio e logo depois Laguna Garzón, um lugar lindo mesmo, com um visual incrível da lagoa, mar, dunas e, claro, do céu.

Pôr do sol no Guaíba

Cartão postal de Porto Alegre, o pôr do sol fica ainda mais bonito de dentro do rio*. Entre as ilhas da cidade a gente até esquece que está na capital do estado.

O dia das fotos foi aquele em que a lua estava mais próxima da Terra num período de sei lá quantos anos. As fotos jamais vão poder representar toda a magia do momento: o sol se pondo de um lado e a lua nascendo do outro. De qualquer jeito, deixo aqui o meu registro 😉

* não adianta, nunca vou chamar de lago!

Dando a volta na ilha

A maneira mais prática e rápida de conhecer toda Ilha Grande é dando a volta em torno dela de lancha. Claro que não se conhece toda, afinal são mais de 80 praias, mas dá pra ter uma ideia bem boa.

Imaginem o meu nervosismo na hora de tomar coragem e entrar na lancha. Eu sabia que não ia andar só pro lado que fica em frente ao continente, com mar abrigado e sem ondas. Grande parte dessa volta é na parte da ilha virada pra mar aberto, passando por diversas praias com onda. Durante o passeio descobri que também passamos perto das pedras… socorro!

Pra minha sorte esse verão foi bem flat no Rio de Janeiro e o passeio foi quase tranquilo – quase porque sou bem fiasquenta e não fico exatamente relaxada andando de lancha em lugar algum. No início até deu uma balançada considerável, mas bora encarar que a recompensa parece ser boa.

A primeira parada foi na praia do Caxadaço, uma das mais bonitas da ilha. Bem pequena e escondida entre as pedras e morros da ilha. Por ali não tem onda, é como uma grande piscina, água clarinha, ótima para nadar, se refrescar e ver tartarugas. De cima das pedras dá pra ver algumas.

No Caxadaço

Em seguida paramos numa praia com ondas, mas não lembro o nome. Tem um rio bem bom no cantinho da praia para um mergulho na água doce, ótimo para tirar o sal. Só que acaba que não resolve muito, já que depois tu é obrigado a nadar no mar até a lancha, inclusive passando por umas ondinhas maiores!

Mais algumas paradas e com certeza o ponto alto é a praia do Aventureiro, famosa pelo seu coqueiro deitado. A praia é super extensa e tem alguns campings para quem quiser ficar. A cor da areia e da água fazem uma combinação daquelas de sonho. O que é muito legal em Ilha Grande é que em todas as praias existe sombra natural, já que em todas há uma grande quantidade de árvores bem próximas ao mar.

O famoso coqueiro

Eu curti o barquinho...

Algumas praias depois paramos para o almoço e depois disso achei que não teria mais disposição pra nada, mas foi só chegar na Lagoa Verde pra não resistir e logo me atirar na água. Fora os dois barquinhos aí de baixo (não vi pessoas) o movimento tava todo dentro d’água.

Lagoa Verde

Dentro mesmo. Olha quem me acompanhou no mergulho: duas tartarugas simpáticas que vieram dar um alô. Foi muita sorte, entre saltar da lancha e encontrá-las foram poucos minutos. As fotos estão um pouco escuras por causa da falta de luz em função do horário.

Olá dona Tarta!

É bem emocionante encontrar uma tartaruga nadando

Essa aqui eu acho que já é a outra

Tchauzinho!

Para fechar o dia, o pôr do sol lindo na Lagoa Azul.

Ah, essas lagoas não são lagoa coisa nenhuma, viu? É mar abrigado e bem calminho, por isso o nome.

Lagoa Azul

Fim de tarde em Itacaré

Na maior parte das praias de Itacaré só se chega através de trilhas, caminhando meia hora ou mais. Normalmente esses passeios são feitos pela manhã e quando a fome bate de verdade a gente volta pro centrinho. O fim de tarde acaba sendo numa das 5 praias perto do centro, onde se chega rapidinho a pé ou de carro.

Pra quem gosta de ver a galera surfando é um bom momento para sentar nas pedras entre as praias Resende e Tiririca. Dá pra ficar bem perto dos surfistas, curtindo uma brisa que a essa hora ameniza o calor e escutando só o barulho das ondas. Pra quem surfa, estar dentro do mar também é uma ótima opção.

Resende

Os coqueiros sempre saem bem nas fotos hehehe

Tiririca

A galera não vai embora

Outra opção é ver o pôr do sol na praia da Concha, na Ponta do Xaréu. Tem um cantinho pra sentar, pode ser nas pedras ou em alguns bancos, com vista pra baía que faz a ligação do mar com o rio de Contas. É por ali que ficam atracados os barcos dos pescadores, que deixam a paisagem ainda mais legal.

Pôr do sol

Quanto mais baixo o sol, mais bonito fica

Da Ponta do Xaréu

Como boa gaúcha, só senti falta de um chimarrão em qualquer uma das opções (levo o aparato apenos quando viajo de carro).

Pôr do Sol em Marraquexe

Este é um dos momentos mais legais do dia.

É quando os terraços dos prédios ficam cheios de gente, em geral tomando um chá de menta.

Momento especial em Marraquexe

O sol vai descendo e a cidade começa a ligar as luzes.

A quantidade de gente na praça vai aumentando e a confusão nas ruas diminuindo.

As cobras são levadas embora, ufa!

Jemaa El Fna

Burburinho

Os souks também ficam mais charmosos

As lamparinas ficam ainda mais atrativas

A luz artificial, em geral não muito forte, vai criando um clima de romance.

Meia luz

E o que dizer quando a noite que chega é uma noite de lua cheia?

Delírio

Os muros da medina

Na esquina de Portugal

Sagres

Quanta diferença!

Sagres fica na pontinha do Algarve e ali é só virar de lado, do sul pro oeste, que a paisagem muda completamente, principalmente o mar.

No lugar fica o Cabo de São Vicente, rochas enormes, com ondas batendo forte e um farol para completar a paisagem.

Na pontinha de Portugal

Sensacional

Farol de São Vincente

Não se enganem, o vento ali derruba a temperatura. Claro que os desavisados saíram da praia e não tinham nada com mangas para vestir.

O pôr do sol é lindo, dizem que o mais bonito do país.

Morrendo de frio

Pôr do sol no Atlântico