XING

Placa engraçadinha

Essa deve ter sido a primeira vez que li o tal escrito: XING

Nessa hora nem parei pra pensar o que seria. Curti a placa e tirei a foto. Foi em Pacific Beach. Ainda era o primeiro dia de viagem.

Depois de alguns dias eu não aguentava mais ler xing por tudo e até parei pra pensar o que queria dizer, mas sem ideia.

Dirigindo um certo dia ao ler no chão o tal xing que fui me dar conta… cross… algo como: cruzando!

Me achei esperta 😉

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Dando mais uma voltinha em San Diego

E eu continuo na beira da praia… Mesmo sem calor pra curtir um dia de muito sol e banho de mar, as programações giraram por ali mesmo.

Talvez a praia mais famosa de San Diego seja essa abaixo, Sunset Cliffs, que não tem muita areia pra quem quer se espalhar por ali, mas é adorada pela galera do surf por causa da boa formação de ondas. Além disso tem uma paisagem incrível, pra curtir até num dia frio. Uma pena que o mar não estava para peixe, ops, para o surf!

Pena também que não rolou nenhum pôr do sol. Nublou todos os finais de tarde em que estive lá. Dizem que é um dos mais bonitos da cidade – deve ser por isso o nome, não?!

Em Sunset Cliffs

Pro outro lado

E já que estamos de férias, nada como aproveitar ao máximo aquilo que a gente curtiu, e lá fomos nós de novo pro calçadão de Pacific Beach. Deste ponto fica mais fácil saber que se está em Pacific Beach por causa do píer, que tem até uma pousada sobre ele.

O píer de Pacific Beach

Mais um pouco de Pacific Beach

Mais uma pá de praia

Praias em sequência

Já disse aqui no blog que 2010 foi a segunda vez que fui a Itacaré. Também disse que estando numa praia lá, quase sempre existe a possibilidade de ir caminhando a outra. Pois é…

Na primeira vez não deu tempo pra Engenhoca e Havaizinho, já que optei pela Prainha e Jeribucaçu quue pareciam mais bonitas. Depois que fui embora muitas vezes ouvi e li que a Engenhoca era imperdível. Então tá, numa segunda oportunidade não dá pra deixar de lado, né?!

A trilha é uma das mais fáceis, o caminho está bem marcado e lisinho. Pra ir até a Engenhoca primeiro tu chega no Havaizinho. Bem na bifurcação onde se escolhe descer para o Havaizinho ou continuar a trilha para a Engenhoca tem uma barraquinha de côco beeeem gelado. Que delícia, né?! Achei que tava chegando ao paraíso.

Como tinham falado da Engenhoca, bora lá.

Havaizinho e Camboinha

Engenhoca

Posso voltar pro Havaizinho??? É claro que a Engenhoca é linda, não tem praia feia em Itacaré, mas eu curti mais as outras duas da trilha, menores e mais aconchegantes (se é que se pode usar esse adjetivo pra praia). Pequenas, boas ondas e bem do ladinho uma da outra. Acho que a  fama fez com que a Engenhoca receba mais pessoas.

Voltando!!! Olha minha cara de felicidade na trilha.

Rá, claro que não surfo, só seguro a prancha pra ser fotografada

No Havaizinho tinha algumas barracas de tapioca (era verão), já na Camboinha, nadicas. Outras pessoas? Mais 4 só, que aparecem todas na foto abaixo.

Havaizinho

Cantinho da praia

Jeribucaçu

Em Itacaré a paisagem se repete: mar azul esverdeado em geral com ondas, coqueiros, grama, pedras, rio… mas cada praia tem seu charme. E quase sempre uma trilha a ser feita!

Para chegar a Jeribucaçu são mais ou menos 30 minutos de caminhada, grande parte descendo, que, claro, na volta vira subida! Chegando na praia, nada melhor do que se atirar na sombra de um coqueiro. Com cuidado para não ficar embaixo dos côcos… vai que cai!

Melhor lugar para um descanso

No verão tem algumas barracas que vendem peixe e tapioca e também alugam cadeiras e guarda-sol, mas fora de temporada mal tem um vendedor de côco no lugar.

Já o mar é melhor para os  surfistas no inverno, que tem ondas maiores, mas mesmo no verão é quase sempre do mesmo jeito: meia dúzia de pessoas na água.

A areia é preta na maior parte

No verão as ondas são pequenas

Um ponto positivo de Itacaré é que sempre tem uma praia quase deserta pra ti. Se chegar o tour da CVC é só caminhar até a praia ao lado. Isso vale para o verão também e claro que fiz isso.

Jeribucaçu ficando para trás

Vai aonde meu?

Quase todo o caminho é assim

Próximo a Jeribucaçu são várias pequenas praias. A trilha é bem fácil e com bastante árvore para proteger do sol. A única que lembro o nome é Arruda, essa quase sem ondas e bem boa para se atirar ao sol.

A última que fui não lembro o nome e nem tenho fotos legais, mas fica em frente a uma fazenda, não tem faixa de areia e só tinha um casal de surfitas quando fui.

Arruda

No caminho

Não tem lugar ou foto feia :-p

Fim de tarde em Itacaré

Na maior parte das praias de Itacaré só se chega através de trilhas, caminhando meia hora ou mais. Normalmente esses passeios são feitos pela manhã e quando a fome bate de verdade a gente volta pro centrinho. O fim de tarde acaba sendo numa das 5 praias perto do centro, onde se chega rapidinho a pé ou de carro.

Pra quem gosta de ver a galera surfando é um bom momento para sentar nas pedras entre as praias Resende e Tiririca. Dá pra ficar bem perto dos surfistas, curtindo uma brisa que a essa hora ameniza o calor e escutando só o barulho das ondas. Pra quem surfa, estar dentro do mar também é uma ótima opção.

Resende

Os coqueiros sempre saem bem nas fotos hehehe

Tiririca

A galera não vai embora

Outra opção é ver o pôr do sol na praia da Concha, na Ponta do Xaréu. Tem um cantinho pra sentar, pode ser nas pedras ou em alguns bancos, com vista pra baía que faz a ligação do mar com o rio de Contas. É por ali que ficam atracados os barcos dos pescadores, que deixam a paisagem ainda mais legal.

Pôr do sol

Quanto mais baixo o sol, mais bonito fica

Da Ponta do Xaréu

Como boa gaúcha, só senti falta de um chimarrão em qualquer uma das opções (levo o aparato apenos quando viajo de carro).

Amado

Esse é o nome de uma das melhores praias para surf em Portugal. Faz parte de Sagres e está voltada para o Atlântico. A praia é deserta, conta apenas alguns bares e escolas de surf, que também alugam equipamentos. A única falha é que fecham bem cedo, não rola assistir ao pôr do sol tomando um cerveja por ali.

Para chegar até lá a estrada é bem boa, mas estreita. São muitas subidas e descidas e nenhum sinal do mar.

No caminho para Amado

Como todas as praias da região, ela é cercada por imensos paredões e tem areia branquinha e fina, boa pra caminhar ou pra se atirar pro banho de sol. A diferença em relação ao outro lado do Algarve é o mar mesmo, aqui tem ondas grandes e corrente forte.

Amado

Meu cantinho preferido nãoo foi na beira da praia, mas lá em cima das rochas.

🙂

Um trapiche garante que a gente vá com segurança até a ponta do penhasco e possa ver a praia praticamente de frente.

Mirante

Amado, vista do mirante

Uma caminhada para ser repetida muitas vezes

E essa é uma caminhada de quase 2 horas.

Eu garanto: vale muito a pena passar esse tempo subindo e descendo morro entra a Pinheira e a Guarda. Digo nessa ordem porque sempre fiz a caminhada começando pela Pinheira, na Praia de Cima, e terminando na Guarda.

Indo pelo canto direito da Praia de Cima tem uma trilha marcada no chão, a subida é leve e algumas árvores fazem sombra. Só que esse é só o começo e isso não vale pra todo o trajeto. Passa-se muito tempo sob o sol e o melhor é fazer o passeio logo no início da manhã ou já no meio da tarde.

Começando a subir o primeiro morro

Logo no início

Depois de dar tchau às praias de Baixo e de Cima, que antes da primeira descida de morro já sumiram, a natureza impera e só se escuta o som do mar e dos bichos até que… lá em baixo dá pra ver uma pequena praia com bar e tudo. A praia do Maço atrai não só aqueles que vão passar o dia, mas também vários corajosos que ficam acampados próximo ao bar, e é um excelente lugar para o primeiro mergulho do trajeto.

No caminho, subindo e descedo morro, não tem como evitar atolar o pé no barro. Em alguns lugares não existe trilha marcada e o melhor lugar nem sempre é seco, mas tanto faz ir de chinelo ou tênis. Só tome cuidado pois as “moradoras” da região deixam marcas pelo chão e não deve ser nada agradável pisar nelas.

Praia do maço

Companhias pra todo caminho e Floripa ao fundo

O segundo mergulho pode acontecer na Prainha, que nem é tão pequena assim, bem maior que a praia do Maço por sinal. Os surfistas adoram esta praia, já que tem bem menos gente no mar e fica bem protegida do vento. Quem costumar ir lá é o Paulo Zulu (as meninas procuram, mas quem sempre o encontra são os meninos que surfam). Daqui até a Guarda são só mais 30 minutos caminhando, só que ainda tem mais uma parada a se fazer.

A Prainha

O melhor de fazer a caminhada a partir do meio da tarde é que quando chega-se bem pertinho da Guarda, tá na hora do pôr do sol, motivo que vale parar e aproveitar. A vista de cima do último morro é imperdível. Dá pra ver os surfistas bem perto e o encontro do rio e do mar pelo ângulo contrário ao que se está acostumado.

Chegada perfeita no pôr do sol

Depois dessa parada ainda tem mais uma praia no caminho, a praia do Evori, mas que vai ficar pra um outro post, já que o sol já foi embora e não é tão seguro assim caminhar pelas trilhas à noite. 😉

ps. : na verdade a duração da caminhada pode ser menor do que eu escrevi no início, mas aí não daria tempo pra dar uns mergulhos, tirar fotos e curtir a paisagem e o pôr do sol como se deve.

Itacaré

Com certeza o ponto alto da minha viagem a Bahia em 2006 foi Itacaré. Fiquei com a lembrança de muitos dias de praias maravilhosas, comida boa e muito sossego. Desde então quero ir pra lá de novo. Finalmente estou indo 😉

Antes que venha aquele batalhão de posts na minha volta, vou deixar todo mundo com vontade de ir também, enquanto eu lembro dos lugares que fui e penso no que vou fazer logo logo.

Céu azul, coqueiros para dar sombra e água de coco

Céu azul e coqueiros para dar sombra e água de coco

Minha praia preferida naquelas bandas: Jeribucaçu

A Prainha, que vale a caminhada

Pôr do sol na praia da Concha

Qual é a capital da Austrália?

Sydney é a cidade mais famosa da Austrália e muita gente acaba confundindo e acha que também é a capital. Camberra, essa sim a capital, é bem menos falada e eu mesma quase sempre esqueço o nome dela.

A questão é que chegando em Sydney eu me apaixonei pela cidade. Foram apenas 3 dias, onde conheci algumas coisas bem superficialmente, mas que foram suficientes pra me deixar encantada com o lugar.

A city, como o pessoal chama o centro, é moderno e concentra a área de negócios. Prédios altos só se vê lá. É na city também que se vê os dois pontos turísticos mais famosos de Sydney, mas que vou deixar pra contar em outro post 😉

Para o sul ou para o norte estão as praias de Sydney. Só conheci as do norte – de Manly a Palm Beach – e fiquei numa delas, Dee Why. Indo de praia em praia pela costa é lindo, sobe morro, desce morro e lá está mais uma praia linda. Quanto mais longe do centro, menos prédios tem. O verde se destaca cada vez mais entre os prédios e casas.

A estrada nem sempre passa próxima da beira da praia, mas também não é nada longe. Numa quinta-feira de inverno o trânsito tava super calmo. Imagino que apenas no verão aumente um pouco ou nos finais de semana.

Acredito que esta seja Avalon, mas não tenho certeza

Acredito que esta seja Avalon, mas não tenho certeza

A segurança impressiona. As casas não tem muros ou grades, no máximo uma cerca decorativa. Atravessar a rua não é problema, já que os motoristas param sempre que algum pedestre bota o pé na faixa de segurança. Outra coisa legal é que tudo lá inspira as pessoas a fazerem esportes, principalmente a natureza. Além das ondas perfeitas no mar (não é a toa que os Australianos são top no surf) há um bom espaço para outros esportes aquáticos, como vela, remo, etc. e muitos parques e calçadões para galera caminhar, correr e pedalar.

Manly, que está cheia de brasileiros, é a mais próxima da city  – pra onde é fácil ir de ferry e muito mais rápido do que de ônibus – e mesmo assim parece uma praia afastada de qualquer grande centro. Com alguns prédios bem altos, mas não perdendo o charme, é fácil saber porque o pessoal que vai pra lá estudar não quer mais sair.

Muito fofo ver crianças bem pequeninas correndo soltas de um lado pro outro, a combinação de segurança e esporte faz com que os pais deixem os seus filhos muito à vontade na rua.

O calçadão e Manly

O calçadão e Manly

Pássaros na beira da praia em Manly

Pássaros na beira da praia em Manly

Surf em Manly

Surf em Manly

Surfando em Balangan

Balangan não foi a praia mais frequentada em Bali só porque eu gostei do conforto de lá. Numa viagem de parceria com surfista, são as ondas é a maré que decidem pra onde vamos.

balangan07

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O fundo de pedra faz com que a maioria dos surfistas entre de sapatilhas de neoprene no mar e se cuidem muito na hora do tombo. A maré muda muito durante o dia, sendo que na alta fica até difícil encontrar um lugar na areia, que quase desaparece. Já na maré baixa dificulta pro surf, com várias pedras aparecendo na águá. Essencial é ter uma tábua de marés do local pra não perder a viagem 😉

As ondas são perfeitas, como não podiam deixar de ser, e na série ficam enormes. Quando o surf rola fim de tarde fica melhor pra quem surfa e pra quem assiste. Passa um pouco do calorão do dia e o sol se pondo atrás das ondas deixa o visual perfeito.

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Foi assim que nos despedimos de Bali

Aqui o surfista se despede do mar, na última tarde em Bali

Aqui o surfista se despede do mar, na última tarde em Bali