Fazendo amigos em Punta

Oi

Eu e meus títulos bobos.

Na verdade o post é pra mostrar um passeio clássico na cidade:  andar pelo cais 😉

É um lugar diferente, mas ótimo para uma caminhada

Não faltam motivos pra ir até ali e é super fácil chegar, já que está bem perto da área mais movimentada de Punta del Este, a avenida Gorlero.

Centenas de barcos de todos tamanhos e de diversos países estão lado a lado com os moradores de sempre, os lobos-marinhos. Eles parecem não se incomodar com tanta platéia e ficam se exibindo para as fotos. Quem diria que existen lobo- marinhos estilosos?!

Olha o punk!

Diariamente diversos pescadores vendem seus produtos super frescos ali mesmo e taí mais um motivo para ir até lá. É possível comprar diferentes frutos do mar e muitos tipos de peixe sem ter dúvida da qualidade ou procedência.

Quem também ganha com isso são nossos amigos, que não passam trabalho pra se alimentar bem. Ok, agora deu pra entender porque eles ficam tão faceiros ali. O golpe é mais embaixo 😉

Pessoal garantindo a refeição dos lobos marinhos

E como já falei antes, os barcos também são uma atração do lugar. Tem grandes, pequenos, estilo bote, imensos, velhos, novos, modernos… Tem gente que vai a Punta e nem se preocupa em reservar hotel, preferindo o conforto do seu barco.

Imagem do cais

Alguns barcos de babar!

Tem todo tipo de veleiro também

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Laguna Garzón

Do ladinho de casa, um lugar onde quanto mais o dia passa, mais lindo fica. Várias coisas chamam a atenção, sejam naturais ou não. Uma ponte incabada, a balsa que é levada por um barco menor que os carros que carrega e equipado com um motor meia boca e um pôr do sol…. hum, sem palavras.

Velas e pipas pra colorir

Durante o dia a lagoa é tomada pelos mais diversos veículos aquáticos. Caiaques, windsurfs, barcos a vela e a maioria esmagadora de kitesurfs. São dezenas de pipas multicoloridas, impossível contar, e difícil de acreditar que não enrolem umas nas outras.

Juro que tem muito mais kite do que se pode ver

Na foto acima dá pra ver um dos motivos por eu ter achado a lagoa tão diferente. Ela está junto ao mar, bem juntinho. Apenas uma estreita faixa de areia separa os dois.

Se de uma lado da lagoa já é legal, a travessia é uma aventura e o outro lado é mágico.

Coragem de entrar na balsa?

Então vamos

O parceiro curte 0 passeio

Se eu já tinha gostado de passar o dia no outro lado da lagoa, quando fui parar entre ela e o mar para ver o pôr do sol, me apaixonei para sempre. No fim de tarde é sempre um espetáculo.

Olha onde eu cheguei!

E a ponte ali...

Sei que tou sendo repetitiva

Mas é a foto com tudo que achei de mais lindo: lagoa, mar, uma pequena faixa de areia e o pôr do sol.

Já tinha mostrado o pôr do sol aqui e não me canso.

Em outro ponto, as cores bem diferentes do mesmo pôr do sol

José Ignacio

Já acumulo 3 carnavais no litoral Uruguaio. Um pingando de praia em praia, outro em Punta del Diablo e o terceiro nesta pequena península ao norte de Punta.

O lugar é super disputado, mas também muito pacato.

Todo movimento da estrada à noite

Como pode isso?

O agito acontece basicamente durante o dia na beira da praia. À noite apenas alguns restaurantes com um clima bem intimista, meio escondidos inclusive, recebem os turistas que ficam até mais tarde.  Além disso, são poucas as opções de hospedagem em José Ignacio e não existe festa por ali.

Quem quer curtir os famosos paradores uruguaios combinado com uma jantinha no aconchego de sua casa pode ir sem medo de ser feliz. Barulho depois do pôr do sol? Só o das ondas. É muita tranquilidade.

O farol é um dos mais bonitos do país

A luz fraca dos postes, as casas simples de linhas retas e enormes paredes de vidro, as ruas sem pavimentação… cada coisa contribui do seu jeito para deixar tudo mais charmoso e com jeitinho de vilarejo despretencioso. Sem dúvida essa é a combinação que me faz gostar tanto das praias uruguais.

Vários pontos turísticos num só

Vários dos pontos turísticos mais famosos de New York são prédios. A cidade tem muitos arranha-céus (em geral é a altura que chama a atenção) e o mais famoso entre os famosos é o Empire State Building. Vamos conhecer ele então.

Bem-vindo!

Ficar subindo até o topo dos prédios não é meu esporte preferido e este foi o escolhido por ser o mais famoso, mais central e mais clássico deles.

A subida, que tem direito a troca de elevador no meio do caminho, não tem graça nenhuma. A diversão é a paisagem em volta e lá de cima dá pra ver muita coisa mesmo.

As pontes que tanto falei

A moça mais famosa da cidade

Prédios de todos os tipos e tamanhos

Chrysler Building e Trump World Tower

Flatiron Building

Tá vendo como dá pra conhecer toda a cidade sem cansar nem gastar muito? Achou que faltou alguma coisa? Então vou mostrar mais.

A vista do sul da ilha

A vista para o Central Park não poderia faltar

De novo

fotodeturista

Tá gente, é brincadeira, vale muito a pena gastar mais um pouco de dinheiro e sola de sapato pra conhecer tudo de pertinho. Já mostrei bastante coisa por aqui e também contei porque deixei de ir a alguns lugares. Só que não tenho dúvidas que a cidade vista de cima é deslumbrante e quero muito voltar a NY e repetir isso no pôr do sol pra depois ver todos esses prédios iluminados lá do alto.

Uma coisa que só me dei conta lá é que a cidade tem mesmo muitos prédios altos. Achei que alguns deles chamariam atenção enquanto eu tivesse caminhado pelas ruas, mas são tantos que só de muito perto ou de um lugar alto ou distante é que eles se destacam.

Aiai, que vontade de caminhar de novo por essas ruas.

High Line Park

New York tem muitas atrações ao ar livre e de graça e isso não se resume a atravessar pontes e passear no Central Park. Um desses lugares que me chamou mais a atenção foi o High Line Park e não deixei de ir até lá. Nunca vi melhor aproveitamento para um trilho de trem inativo.

O parque suspenso com mais de 1 quilômetro de extensão parece ter sido planejado. Um cantinho cheio de verde e muito tranquilo entre prédios e avenidas. De brinde ainda tem vista privilegiada para o pôr do sol.

Dando uma olhadinha, o que acham desses bancos e espreguiçadeiras?

A galera se atira por ali

Adorei o lugar

Perfeitos para descansar e curtir o momento, não?!

Claro que eu também me instalei num deles e até fiz um picnic. Não fiquei a tempo de ver o pôr do sol porque a temperatura estava caindo rápido demais, mas na foto abaixo dá pra ver onde ele estava descendo, né?! São vários os pontos onde nenhum prédio atrapalha.

A foto não é das melhores

Pra chegar até o parque não é difícil, já que fica numa área atualmente em alta na cidade, mas é preciso encontrar uma escadinha para subir e isso não se acha em qualquer esquina.

Ps.: Ontem eu decidi… dessa semana não passa minha série de posts de NY. Que vergonha… meses pra escrever meia dúzia de coisas. Fiz um apanhado do que faltava e decidi que além deste só vai ter mais um. Não que eu não possa escrever mais sobre a cidade, mas o principal já está feito.

Até o fim do dia sobe o outro post.

New York cityPass (ou pague quanto quiser)

Eu não comprei!

Fiquei menos de uma semana na cidade e não queria me encher de compromissos…

Eu já não sou muito fã de museu, não queria ver a Estátua da Liberdade de pertinho, nem fazer passeio de barco, então este passe não me pareceu adequado pra primeira visita à cidade. Acredito que pra quem tem intenção de conhecer o maior número de atrações turísticas essa seja uma ótima opção.

Das atrações contempladas por ele eu só fui ao Museu de História Natural, que já contei aqui no blog, e no Empire State Building, que vou contar mais além. Tinha muita vontade de ir ao Top of the Rock num fim de tarde, mas não rolou. Na verdade eu acho que gosto de deixar algumas coisas pra ver numa próxima vez.

Tá, mas o que significa “pague quanto quiser”?

É que em algumas atrações de NY, não sei exatamente quais, existe um valor recomendado para entrada, mas não obrigatório. É o caso do Museu de História Natural onde paguei uns US$ 5,00 para entrar. Sem desconforto, tu não perde nada e também não é discriminado por isso.

Pra saber mais, clica aqui.

Museu de História Natural de NY

Mesmo sem nunca ter ido a este museu duas coisas vinham à minha cabeça quando pensava nele: os esqueletos dos dinossauros e diversos bichos do filme Uma Noite no Museu. E sempre pensava nos dinossauros como os astros do lugar.

Socorro!

Que rabinho...

Será que falta algum osso?

Alguns deles estão já na entrada principal, mas estes das fotos acima estão num andar praticamente dedicado a eles. Tem dinossauro de tudo quanto é tipo e tamanho, além de muito material explicativo. Eu continuo achando bem curioso essa história de encontar fósseis de milhões de anos atrás tão completos. Junto do tiranossauro tem um vídeo da montagem dele no museu, que é muito legal pra ver como encaixaram cada pedacinho pra que ele ficasse de pé assim como vemos acima. Mas no fim não foram eles que me fariam voltar outras vezes lá.

Uma das partes que mais gostei foi do planetário, mesmo que tenha ficado pouco tempo . O filme sobre a origem do Universo, que é exibido numa sala especial, é sensacional, mas não vou tentar explicar :-p Esse deixa com gostinho de quero mais. Dá pra ficar muitas horas por ali.

Continuo achando que preciso emagrecer

Sem dúvidas, o que encantou mais foram os diversos bichos empalhados, que são lindos. Olha um deles aí!

Oi!

Ops, esse não é bonito.

Mas juro que é encantador!

Será, Maíra?

Tá, vou deixar de bobagem. Clica numa das fotinhos abaixo e olha a galeria.

Cada espécie ganha um cenário enorme representando seu habitat natural. Se um cenário montando com o bichinho empalhado já é lindo, imagina de verdade e ao vivo!

São diversos andares assim e nesta primeira visita gostei mais da seção dos mamíferos, talvez por ter sido a que vi logo no início. As outras não olhei muito tempo, já que o dia lá fora estava lindo. Imagino que num dia frio este seja um ótimo programa nova-iorquino.

Mais uma ponte

Poxa vida, o post sobre uma das coisas mais legais que fiz em NY foi o menos visto na semana, pode isso?! Só pra insistir, vou falar um pouco mais.

Atravessando a Brooklyn Bridge a gente ganha ainda a vista privilegiada da Manhattan Bridge, que é lindona também e acaba completando a paisagem da ilha vista deste ângulo. O Empire State Building sempre aparece quando a gente olha pra ela. Por sinal, foi daqui que consegui ver como ele realmente é mais alto do que os outros prédios, porque no meio da cidade isso não fica tão evidente.

Enquanto estava em NY nem pensei em atravessar a Manhattan Bridge caminhando ou de bike, mas depois, pesquisando sobre este possibilidade e vendo algumas fotos em sites por aí, acho que vale a pena também.

Essas são as minhas fotos.

De cima da Brooklyn Bridge

Já no Brooklyn

Um dia contei aqui no blog que eu adorava tirar fotos de postes e escrevendo este post me dei conta de que o que eu gosto muito mesmo é escrever sobre as pontes dos lugares onde vou.

Quer ver onde eu já mostrei?

Em NY não poderia faltar…

… um passeio no Central Park 😉

Que tranquilidade dos dois no barquinho, né?!

Já que eu não vou escrever nenhum livro no estilo Comer, Comprar e Amar, vamos continuar passeando pela cidade.

Nada como uma bela paisagem

O parque é lindo sim, mas claro que a primavera sempre ajuda. Quando fui estava tudo muito verdinho e ainda vi vários esquilos fofos se exibindo. Olha ele aí:

Oi!

As melhores paisagens sao as que misturam o parque com a cidade quando se olha pra trás das árvores e vários prédios enooormes – e também bonitos – aparecem por ali. É um contraste bem interessante.

Uma mistura de novos e antigos

Alguém a fim de me dar um ap desses?

Mais sobre o parque? Não fiz picnic, não me atirei na grama, só andei de um lado pro outro mesmo… já disse que não organizei muito meus dias na cidade e certamente essa foi uma parte que ficou prejudicada.

O cantinho criado em homenagem ao John Lennon foi um pouco decepcionante, não pela homenagem, mas pelas pessoas que se acham donas do lugar e espalham todo tipo de coisas por ali. Todo mundo já deve ter visto o símbolo Imagine coberto por morangos e achou bonito né?! Só que isso, misturado com uns discos e mais um monte de tranqueira não fica nada legal gente.

Esse é o prédio onde o cantor morava e fica ao lado do parque

Vamos às comprassss

Claro que que teria sido bem melhor se minha viagem tivesse a companhia de várias amigas, tenho certeza que teria comprado bem mais (por outra lado seria pior pro meu cartão de crédito), mas também não comprei pouco.

Os EUA são um velho paraíso das compras para brasileiros, nenhuma novidade, claro. E as minhas compras também não foram nada fora do padrão. O que eu comprei? Onde? Quanto?

  • Lentes novas pra minha câmera na B&H;
  • De tudo um pouco em outlets (mala, casaco, vestido, botas, etc – inclusive na Califórnia);
  • Muita maquiagem, principalmente na MAC do Soho;
  • Algumas roupitchas e acessórios nas queridas H&M e Urban Outfitters.

Mais coisas eu não lembro.

Ah, é claro que eu não ia deixar de passar na loja mais famosa da Apple. Não comprei nada, mas como boa nerd que sou, não deixei de registrar.

Que cidade que venta!!!