New York cityPass (ou pague quanto quiser)

Eu não comprei!

Fiquei menos de uma semana na cidade e não queria me encher de compromissos…

Eu já não sou muito fã de museu, não queria ver a Estátua da Liberdade de pertinho, nem fazer passeio de barco, então este passe não me pareceu adequado pra primeira visita à cidade. Acredito que pra quem tem intenção de conhecer o maior número de atrações turísticas essa seja uma ótima opção.

Das atrações contempladas por ele eu só fui ao Museu de História Natural, que já contei aqui no blog, e no Empire State Building, que vou contar mais além. Tinha muita vontade de ir ao Top of the Rock num fim de tarde, mas não rolou. Na verdade eu acho que gosto de deixar algumas coisas pra ver numa próxima vez.

Tá, mas o que significa “pague quanto quiser”?

É que em algumas atrações de NY, não sei exatamente quais, existe um valor recomendado para entrada, mas não obrigatório. É o caso do Museu de História Natural onde paguei uns US$ 5,00 para entrar. Sem desconforto, tu não perde nada e também não é discriminado por isso.

Pra saber mais, clica aqui.

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Museu de História Natural de NY

Mesmo sem nunca ter ido a este museu duas coisas vinham à minha cabeça quando pensava nele: os esqueletos dos dinossauros e diversos bichos do filme Uma Noite no Museu. E sempre pensava nos dinossauros como os astros do lugar.

Socorro!

Que rabinho...

Será que falta algum osso?

Alguns deles estão já na entrada principal, mas estes das fotos acima estão num andar praticamente dedicado a eles. Tem dinossauro de tudo quanto é tipo e tamanho, além de muito material explicativo. Eu continuo achando bem curioso essa história de encontar fósseis de milhões de anos atrás tão completos. Junto do tiranossauro tem um vídeo da montagem dele no museu, que é muito legal pra ver como encaixaram cada pedacinho pra que ele ficasse de pé assim como vemos acima. Mas no fim não foram eles que me fariam voltar outras vezes lá.

Uma das partes que mais gostei foi do planetário, mesmo que tenha ficado pouco tempo . O filme sobre a origem do Universo, que é exibido numa sala especial, é sensacional, mas não vou tentar explicar :-p Esse deixa com gostinho de quero mais. Dá pra ficar muitas horas por ali.

Continuo achando que preciso emagrecer

Sem dúvidas, o que encantou mais foram os diversos bichos empalhados, que são lindos. Olha um deles aí!

Oi!

Ops, esse não é bonito.

Mas juro que é encantador!

Será, Maíra?

Tá, vou deixar de bobagem. Clica numa das fotinhos abaixo e olha a galeria.

Cada espécie ganha um cenário enorme representando seu habitat natural. Se um cenário montando com o bichinho empalhado já é lindo, imagina de verdade e ao vivo!

São diversos andares assim e nesta primeira visita gostei mais da seção dos mamíferos, talvez por ter sido a que vi logo no início. As outras não olhei muito tempo, já que o dia lá fora estava lindo. Imagino que num dia frio este seja um ótimo programa nova-iorquino.

Mais uma ponte

Poxa vida, o post sobre uma das coisas mais legais que fiz em NY foi o menos visto na semana, pode isso?! Só pra insistir, vou falar um pouco mais.

Atravessando a Brooklyn Bridge a gente ganha ainda a vista privilegiada da Manhattan Bridge, que é lindona também e acaba completando a paisagem da ilha vista deste ângulo. O Empire State Building sempre aparece quando a gente olha pra ela. Por sinal, foi daqui que consegui ver como ele realmente é mais alto do que os outros prédios, porque no meio da cidade isso não fica tão evidente.

Enquanto estava em NY nem pensei em atravessar a Manhattan Bridge caminhando ou de bike, mas depois, pesquisando sobre este possibilidade e vendo algumas fotos em sites por aí, acho que vale a pena também.

Essas são as minhas fotos.

De cima da Brooklyn Bridge

Já no Brooklyn

Um dia contei aqui no blog que eu adorava tirar fotos de postes e escrevendo este post me dei conta de que o que eu gosto muito mesmo é escrever sobre as pontes dos lugares onde vou.

Quer ver onde eu já mostrei?

Em NY não poderia faltar…

… um passeio no Central Park 😉

Que tranquilidade dos dois no barquinho, né?!

Já que eu não vou escrever nenhum livro no estilo Comer, Comprar e Amar, vamos continuar passeando pela cidade.

Nada como uma bela paisagem

O parque é lindo sim, mas claro que a primavera sempre ajuda. Quando fui estava tudo muito verdinho e ainda vi vários esquilos fofos se exibindo. Olha ele aí:

Oi!

As melhores paisagens sao as que misturam o parque com a cidade quando se olha pra trás das árvores e vários prédios enooormes – e também bonitos – aparecem por ali. É um contraste bem interessante.

Uma mistura de novos e antigos

Alguém a fim de me dar um ap desses?

Mais sobre o parque? Não fiz picnic, não me atirei na grama, só andei de um lado pro outro mesmo… já disse que não organizei muito meus dias na cidade e certamente essa foi uma parte que ficou prejudicada.

O cantinho criado em homenagem ao John Lennon foi um pouco decepcionante, não pela homenagem, mas pelas pessoas que se acham donas do lugar e espalham todo tipo de coisas por ali. Todo mundo já deve ter visto o símbolo Imagine coberto por morangos e achou bonito né?! Só que isso, misturado com uns discos e mais um monte de tranqueira não fica nada legal gente.

Esse é o prédio onde o cantor morava e fica ao lado do parque

Vamos às comprassss

Claro que que teria sido bem melhor se minha viagem tivesse a companhia de várias amigas, tenho certeza que teria comprado bem mais (por outra lado seria pior pro meu cartão de crédito), mas também não comprei pouco.

Os EUA são um velho paraíso das compras para brasileiros, nenhuma novidade, claro. E as minhas compras também não foram nada fora do padrão. O que eu comprei? Onde? Quanto?

  • Lentes novas pra minha câmera na B&H;
  • De tudo um pouco em outlets (mala, casaco, vestido, botas, etc – inclusive na Califórnia);
  • Muita maquiagem, principalmente na MAC do Soho;
  • Algumas roupitchas e acessórios nas queridas H&M e Urban Outfitters.

Mais coisas eu não lembro.

Ah, é claro que eu não ia deixar de passar na loja mais famosa da Apple. Não comprei nada, mas como boa nerd que sou, não deixei de registrar.

Que cidade que venta!!!

Comer, comer

Já vi que vou começar pelas coisas que mais gosto mesmo… depois de andar ao ar livre com paisagens como a do post anterior, nada melhor do que comer!

Na chegada, ainda no táxi, já vi na esquina do ap onde me hospedei uma cafeteria que tinha tudo pra ser deliciosa (pena que eu só fui lembrar dela no último dia).

Chegamos em NY num domingo à noite e escolhemos caminhar pelo bairro em busca de um restaurante simpático. A região conhecida como East Village tem centenas de restaurantes e deu super certo nossa escolha.

Gente, isso está longe de ser um guia ou recomendações imperdíveis, é só um pouco dos lugares onde fui.

Andamos um pouco e no meio de tantos indianos (acho que são a maioria por ali), escolhemos um italiano chamado Three of Cups. Bem bom e nada caro!! Ainda fui num outro restaurante perto do ap onde a comida era ótima, mas não lembro do nome nem da localização, só sei que fui a pé também.

Depois disso não tenho grandes lembranças além de um hambúrguer que conto mais além. Descobri que o Soho definitivamente não é lugar para comer (apesar dos Destemperados terem mostrado depois que tem coisa por ali), que hambúrguer é bom em qualquer lugar, que o hot dog deles é bem sem graça, mas pra snack tá bom, e que eu devia ter insistido mais pra ir em alguns lugares recomendados, porque acabei indo só no tal do hambúrguer.

O tal do hambúrguer vale muito por ele e pelo milkshake de chocolate, mas também pelo lugar. Chama-se Burger Joint e fica dentro do hotel Le Parker Meridien. Eu demorei um pouco a encontrar, até me dar conta de uma fila no saguão do hotel e ver um luminoso lá no fundo.

A única indicação do lugar

O esquema é no mínimo inusitado, praticamente um trailer dentro de um hotel de luxo, com senhorinhas super arrumadas inclusive.

Taí a lanchonete

Curti a decoração

O menu tem pouquíssimas opções, sendo que o lugar tem o seguinte lema “if you don’t see it, we don’t have it!” então a escolha foi hambúrguer e milkshake. A propósito, comi vários hambúrgueres acompanhados de milkshake de chocolate durante a viagem. Que combinação bem boa, né?!

Na saída, bem mongolona tomando milkshake no saguão

Ah, e a cafeteria que falei no incío?! Pois é, fui só no último dia… e quer saber? Comi um cheesecake dos deuses! O simpático The Bean é pet friendly, o que quer dizer que seu bichinho de estimação é bem-vindo por ali. Tinha vários cachorros enormes atirados embaixo das mesas e no balcão tem biscoitinho free pra eles. Se tivesse ido antes, certamente teria tomado café da manhã por ali algum dia (nada a ver com cachorro e biscoitinho, viu?). Aparentemente o lugar mudou de endereço – no site a localização tá bem diferente, mas era esse mesmo.

Já que eu falei dos lugares perto do meu ap, taí ele: Sanctuary Guest Suites, dica que peguei dos Inquietos. Acho que a estadia deles foi melhor do que a minha, mas não posso reclamar. Adorei localização e o café da manhã ajudava bastante, mas o barulho logo cedo tirou um pouco do meu humor. Por sinal, acho que a reforma ficou pronta! :-p

Ah, fica a dica de trocar uns e-mails antes e se informar melhor sobre cada suíte (ou apartamento). A gerente é brasileira, então acho que rola pedir pra escrever em português. Sem dúvida a coisa mais importante é a escolha do andar, já que não tem elevador e pra quem vai caminhar o dia todo, subir mais escadas do que o necessário não costuma ser agradável.

Nessa onda de escrever sobre o que mais gosto, o próximo post seria sobre compras, né?!

Brooklyn Bridge

Atravessando a ponte do Brooklyn

Atravessar esta ponte foi sem dúvida um dos meus programas preferidos em NY, tanto que cheguei a ir dois dias.

A verdade é que no dia que me programei para ir amanheceu nublado. Olhei a previsão do tempo e marcava chuva para os outros dias. Então era melhor ir com nuvens do que com chuva.

A ponte é linda

A ponte, que foi feita lá nos anos 1800, encanta especialmente pelos seus enormes pilares de pedra e os cabos de aço, que criam um efeito todo diferente nas fotos. Conforme tu te afasta da ilha e chega mais perto do Brooklyn, a vista de Manhattan também vai ficando cada vez mais interessante.

Tudo cinza também fica bonito

Sempre dou um jeito de encaixar um poste na foto

Só que além de nublado, também estava frio e não aguentamos ir até o fim. Melhor procurar uma programação em algum lugar mais fechado. Nem preciso dizer que o dia foi melhorando…

No outro dia, adivinha quem apareceu? O sol, claro. E lá fui eu de novo atravessar a ponte, desta vez até o outro lado.

Fica mais bonito ainda com sol, não?!

Tem cabo, cabinho e cabão :-p

Se no primeiro dia fui pela manhã, neste outro era fim de tarde e aproveitamos para ver o pôr do sol lá do Brooklyn Bridge Park (nome sugestivo, hein?!) com a ilha de Manhattan como pano de fundo.

O sul da ilha

E a ponte vista do Brooklyn

Com esse gramado e o sol, nada como ficar atirada na grama tomando sorvete. Foi o que eu fiz.